2FA | Two Factor Authenticator

Trata-se do processo de autenticação forte, uma medida adicional de segurança, em que conjuga a validação através de vários factores (2 de 3), por exemplo, password/PIN/resposta secreta + SMS ou impressão digital ou envio de link por e-mail.

Airdrop

Distribuição   de   tokens,   que   normalmente   é   gratuita,   que funciona   como   estratégia   de   marketing   para   divulgar   um   determinado projeto e atrair investidores. Por vezes será necessário cumprir com alguns pré-requisitos,   de   modo   a   ficar   elegível.   O   CoinmarketCap   é   um   bom exemplo, pois ocorrem com frequência vários airdrops.

Alcoin

É o termo utilizado para classificar qualquer “moeda” que não seja a Bitcoin. O seu aparecimento deve-se à necessidade de diversificar e melhorar o ecossistema cripto, procurando soluções para resolver alguns dos seus problemas. A principal altcoin neste momento é Ethereum, que oferece, entre outros, os contratos inteligentes (smart contracts). Estima-se que existam neste momento cerca de 13.000 altcoins (Fonte: Coingecko)

AR – Argumented Reality (Realidade Aumentada)

Ao contrário do VR, que tem como objetivo criar um ambiente simulado, a realidade aumentada tem como cenário o mundo real, tendo o espectador o controlo sobre a sua presença. São adicionados elementos digitais, como forma de melhoria desse ambiente. No que concerne ao equipamento necessário para um utilizador usufruir desta tecnologia, bastará apenas utilizar a câmera do seu smartphone.

Bear Market

Termo muito utilizado para classificar o mercado quando está em queda, por um determinado período de tempo que poderá ser de alguns meses até vários anos. Durante um bear market, assiste-se à queda acentuada de preços e de confiança no mercado (sentimento BEARISH), por parte dos investidores. No entanto, nem tudo são más notícias, pois durante este período, poderão surgir boas oportunidades de compra. Existem bons projetos que ficam subvalorizados. Esta é normalmente uma estratégia utilizada pelos investidores de longo prazo que aproveitam estes momentos de quebra para acumular ativos.

Bitcoin

Bitcoin ou simplesmente BTC, é a primeira moeda digital do mundo completamente descentralizada, de código aberto e peer-to-peer, sem a necessidade de intermediários.
Surgiu em novembro de 2008, através do seu criador – Satoshi Nakamoto, que em 31/10/2009 publicou o seu whitepaper. Em 2010, terá desaparecido subitamente sem deixar rasto.
O valor da BTC não deriva do ouro ou fiat money (USD, EUR…), mas sim, do valor que lhe é atribuído pelas pessoas.
A unidade mínima de medida que é utilizada no sistema Bitcoin é o satoshi. 1 satoshi = 0,00000001 bitcoins.
Todas as transações efetuadas na rede BTC ficam registadas na blockchain. Ao nível da segurança, este sistema está protegido por criptografia de 256 bits, o mesmo que é utilizado por Bancos, Militares e Redes Virtuais (VPN’s). Qualquer pessoa pode processar transações através do poder computacional de hardware especializado (miners) e ganhar recompensas em bitcoins por prestar esse serviço. A este processo damos o nome de mining ou “mineração”.

Blockchain

É uma rede descentralizada, aberta, onde são registadas todas as transações de uma rede. Está acessível para consulta a qualquer pessoa. Através da blockchain é possível transferir valor sem a necessidade de intermediários. Está protegida por criptografia.

Bull Market – Mercado em alta

Ainda que a origem do termo não seja muito clara, acredita-se que estará associado ao movimento que o animal desfere num ataque, neste caso, de baixo para cima.

Durante um bull market, verifica-se uma tendência ascendente dos preços, derivado do aumento substancial da procura e do volume de compra de ativos. Neste período, onde reina um sentimento otimista ou “bullish”, os investidores acreditam que os preços poderão subir ao longo do tempo. Mesmo assim, num bull market poderão existir alguns movimentos descendentes de preço, por períodos curtos, dada a volatilidade a que estão sujeitos estes ativos.

Burn

Decisão de retirar um certo número de tokens de circulação, pelos responsáveis de um projeto específico. Um dos principais objetivos do burn é tornar a token mais escassa e por conseguinte, mais valiosa. Todos os tokens queimados param automaticamente de funcionar e de ter valor.

CBDC – Central Bank Digital Coin (Moeda Digital Centralizada)

Moeda digital centralizada, controlada pelos governos, que não utiliza criptografia e que tem como finalidade principal substituir o dinheiro físico (notas/moedas). Há quem afirme que existe outro objetivo que será o maior controle sobre as finanças de cada pessoa, como acontece com o E Yuan (China).

CEX – Centralized Exchange

Funciona como uma “casa de câmbio digital” centralizada. Permite o depósito de fundos numa conta ou carteira dentro da Exchange, para compra/venda de cripto, entre outros. Ao adquirir cripto através de uma CEX, estamos a delegar a gestão das mesmas nossas tokens, pelo que, não são nossa propriedade. As chaves privadas não ficam em nosso poder – “Not your coins, not your crypto.”

Consenso

O consenso é que todos os membros da blockchain devem concordar com a validação dos blocos e o seu conteúdo. Existem vários modelos de consenso, sendo os mais conhecidos proof of work e o proof of stake.

DAO – Organização Autónoma Independente

São sistemas descentralizados de código aberto que não precisam de um operador ou controlador humano. Podem funcionar independentemente dos seus desenvolvedores e de terceiros, uma vez que os requisitos previamente acordados sejam atendidos e refletidos num contrato inteligente.

DCA – Dollar-Cost Averaging

Entre as várias estratégias de investimento possíveis, o DCA será talvez a mais utilizada no mercado cripto. Esta estratégia consiste em investir pequenos montantes em ativos, de uma forma regular e constante, por um longo período de tempo, independentemente do preço a cada momento. Desta forma, vamos acumulando o nosso ativo digital, adquirindo menos unidades quando o preço desse ativo for mais elevado e mais unidades quando o seu preço descer, gerando um preço médio. A vantagem desta estratégia será evitar perdas de tempo tentando acertar nos momentos ideais do mercado (time the market) e proteger-nos de comportamentos irracionais, como o Sell-Off.

DEX – Exchange Descentralizada

É um acrónimo para Decentralized Exchange, que no fundo não é mais que um mercado P2P, onde ocorrem transações com cripto diretamente entre investidores, sem a necessidade de intermediários, em tudo idêntico ao que acontece nas CEX (centralized exhange).

Uma das diferenças que podemos apontar, que também poderá se visto como uma vantagem, é o facto de não ser necessário efetuar o processo KYC (know your client), o que favorece a privacidade dos investidores. Alguns exemplos de DEX’s: Uniswap, Sushiswap, Pancakeswap.

Para alem de oferecem um vasto leque de cripto, outra vantagem será a necessidade de termos uma wallet (por ex.: Metamask) para podermos transacionar cripto através de uma DEX, o que significa que as chaves privadas estão em nosso poder.

DYOR – Do your own research

Mais um termo muito utilizado no mundo financeiro e sobretudo no mercado cripto. Faça a sua própria pesquisa, ou melhor dizendo, estude, leia e informe-se por si sobre determinado projeto de investimento e tome as suas próprias decisões. Não deverá seguir os conselhos dos outros, pois cada investidor terá a sua estratégia de investimento definida, bem como, a tolerância ao risco.

FEE

Comissão cobrada dentro da blockchain, durante uma transação de cripto (compra, venda, troca, depósito, envio, etc…).

Flippening

Momento em que uma determinada token ultrapassa outra em termos de valor de mercado (market cap). Alguns entusiastas cripto aguardam por um flippening de Ethereum face ao Bitcoin.

FOMO – Fear of Missing Out (Medo de Ficar de Fora

Sensação de ficarmos de fora de um investimento com possíveis ganhos potenciais, devido ao aumento dos preços dos ativos, evidências objetivas ou rumores e notícias positivas, dando por vezes origem a compras impulsivas, por parte do investidor.

FUD – Fear of Uncertainty and Doubt (Medo, Incerteza e Dúvida sobre os Mercados)

Reação que os investidores têm ao ver o preço do seu investimento cair abruptamente. Nalguns casos, o FUD pode ser colocado em prática por uma pessoa ou grupo de pessoas que pretendem denegrir um determinado projeto. Estes, são conhecidos como Fudsters.

Hard Wallet

Inserem-se na categoria de Cold Wallet, as quais permitem manter-se offline. Tratam-se de dispositivos físicos de armazenamento, unidades de formato USB portáteis (disco ou PEN), que se conectam ao computador e permitem guardar as nossas criptomoedas com segurança, bem como as chaves privadas. Geralmente oferecem a opção de adicionar um PIN para desbloquear a unidade.

HODL – Hold on for Dear Life

Aparentemente, este termo nasceu de um erro tipográfico durante um fórum Bitcoin em 2013. Desde então, este conceito tornou-se popular e mantém-se até aos dias de hoje. No fundo significa, segurar o nosso investimento ao longo de um período de tempo.

ICO – Initial Coin Offering

Oferta inicial de moeda, com a finalidade de angariar fundos para arrancar com um determinado projeto (token).

KYC – Know your customer

É um processo de validação de dados pessoais, onde o utilizador que pretende utilizar um determinado serviço, por exemplo uma Exchange, terá de confirmar os seus dados através do envio de documentação de identificação, comprovativo de morada e por vezes um selfie.

Ledger

Funciona como um livro razão, onde ficam registadas todas as transações da blockchain.

Lightning Network

Protocolo descentralizado, que foi criado com o intuito de melhorar a escalabilidade da Bitcoin, que funciona como Layer 2 (camada em cima da rede BTC), através de smart contracts. Com este protocolo a correr em pleno será possível termos transações quase instantâneas com um custo muito reduzido.

Atualmente a rede Bitcoin consegue processar apenas 7 a 8 transações por segundo e caso a rede esteja muito congestionada, os custos podem ascender a valores bastante elevados por transação, o que desincentiva o uso de BTC, por exemplo para efetuar micro pagamentos. Com a Lightning Network, prevê-se chegar a níveis próximos de 1 milhão de transações por segundo. Apesar de estar ativo, este protocolo encontra-se ainda em desenvolvimento.

NODE – Nós de Rede

Dentro da rede blockchain, os “nós” são computadores que se conectam à rede e têm uma cópia atualizada da blockchain. No caso da rede Bitcoin, sendo um código aberto e público, os Nodes evitam que qualquer pessoa com conhecimentos avançados em programação possa modificar ou criar a sua própria versão desse código.

Na rede Bitcoin, existem 4 tipos de nodes:
· Full nodes – é gerido todo o histórico da rede (Ledger ou livro-razão). É verificada a sua integridade e são validadas as novas transações.
· Mining nodes – Os mineradores que criarem novos blocos, são recompensados com BTC e também com fees das transações efetuadas na rede.
· Mining pools – Colaboração entre vários mineradores, com intuito de aumentarem o seu hash-power (poder computacional) e gerarem de forma mais rápida o próximo bloco.
· Light nodes – Efetuam a verificação simplificada de pagamentos (SPV) nas wallets para smartphones. Ao contrário dos Full Nodes, estes mantêm apenas os cabeçalhos dos blocos e não o histórico completo.

Perfil de Investidor

O perfil de investidor será o ponto de partida para iniciar a sua atividade nos mercados financeiros. Será a forma de entendermos a nossa predisposição ao risco. Encontra-se divido essencialmente em 3 categorias principais:
• Conservador: Tem como principal objetivo, assegurar o montante investido, tendo como preferência os investimentos de baixo risco, por exemplo, com capital garantido, sendo expetável um ROI (Return On Investment) mais baixo.
• Moderado: O investidor está disposto a assumir algum risco com os seus investimentos a médio/longo prazo, mas com um potencial de retorno superior ao perfil conservador.
• Arrojado/Dinâmico: Investidor que tolera bem o risco, esperando um retorno considerável a médio/longo prazo, estando disposto a assumir eventuais perdas pelos seus investimentos.
Nunca esquecer uma regra muito importante: “Rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras.”

POS – Proof Of Stake

Foi criado com o objetivo de substituir o POW, por ser um modelo mais eficiente em termos energéticos e de escalabilidade.

Trata-se de um modelo de consenso, onde os validadores são selecionados de um modo aleatório. Ao contrário do POW, não temos de ceder energia e poder computacional para gerar novas moedas. Neste modelo, colocamos as nossas moedas disponíveis, através de staking, como forma de garantir o bom funcionamento da rede e gerar novas moedas.

É um tipo de consenso mais centralizado, pois investidores ou entidades que detenham uma grande percentagem de uma determinada token ou moeda, denominadas “whales”, poderão manipular facilmente o preço desse ativo no mercado, com a compra ou venda em grandes quantidades.

POW – Proof of Work

É o modelo de consenso mais conhecido e antigo, para o qual é necessária uma elevada capacidade computacional. Foi adotado por Satoshi Nakamoto, conforme consta no whitepaper em 31/10/2008, para implementação na rede Bitcoin.

Para que a validação de um bloco tenha sucesso, é necessário realizar operações computacionais complexas, sequenciais, por parte dos validadores, recorrendo à criptografia para manter a segurança da rede. Este processo é conhecido como mining (mineração), onde são geradas novas moedas.

Para além da segurança, com este modelo foi possível eliminar a intervenção de intermediários (por ex.: Bancos) e resolver o problema da duplicação de gastos nas transações P2P (peer-to-peer), em que consistia no ato de fazer pagamentos em duplicado, com a mesma moeda, para enganar o destinatário desses fundos.

Atualmente discute-se a questão da eficiência energética deste modelo de consenso, que o POS – Proof of Stake pretende resolver.

Public Key (Chave pública)

Permite criar quantos endereços públicos desejar de uma carteira Bitcoin com base numa Chave Privada Mestre, a qual implementa um compromisso que impede que um invasor gaste o que está armazenado nessa carteira. Geralmente é usado para habilitar armazenamento e gastos offline ou seja, as operações são executadas com um computador não conectado à rede e o resultado é transportado num USB para um computador conectado à rede. É o sistema usado por carteiras físicas ou de hardware.

Private Key (chave privada)

A Chave Privada Principal ou Master Private Key é uma chave de 256 bits gerada a partir de uma frase inicial que permite a criação de um número infinito de chaves numa carteira determinística ou HD.

Seed Phrase ou Recovery Phrase

Também conhecida como frase de recuperação, é uma combinação de 12 ou 24 palavras aleatórias, protegida por criptografia, que é gerada no momento da criação da carteira cripto.

Trata-se da camada de segurança mais importante para os utilizadores, pois permite o acesso e recuperação à nossa cripto/carteira, em caso de avaria, perda, roubo, entre outros. Serve como um backup de emergência.

Por isso é muito importante ter em mente que nunca devemos partilhar a nossa seed phrase e que a mesma deverá estar guardada num local seguro.

SELL-OFF

Num cenário de forte instabilidade e de incerteza nos mercados, por vezes os investidores deixam que as suas emoções os dominem, dando origem ao pânico nos mercados, mais conhecido como Sell-Off, a vontade irracional de vender rápido e de fechar as suas posições no mercado, uma vez que receiam perdas muito significativas. Uma consequência desta ação, é o chamado “efeito manada”, que consiste na replicação do mesmo comportamento por um elevado numero de investidores.

Shitcoin

Refere-se a uma criptomoeda com pouco ou nenhum valor intrínseco e sem um objetivo ou propósito definido. Com o sucesso da bitcoin, surgiram vários criadores interessados na tecnologia blockchain e na criação das suas próprias altcoins, mas que em nada se assemelham à BTC, estando o seu valor baseado em pura especulação.

Normalmente seguem um padrão idêntico. São divulgadas através de várias redes sociais, autointitulam-se como sendo um grande projeto, criando HYPE e FOMO nos investidores. Após o seu lançamento, verifica-se que o seu preço aumenta exponencialmente durante um curto período de tempo, à medida que os investidores começam a entrar e logo de seguida despejam as suas moedas para capitalizar os ganhos a curto prazo.

Alguns projetos acabam por morrer nesse momento por falta de liquidez, outros mantém-se ativos ao longo do tempo, sem no entanto, conseguirem recuperar o seu peço inicial e em casos extremos podemos assistir a um rugpull, onde o próprio criador liquida e abandona o projeto, deixando os investidores com “uma mão cheia de nada”.

Smart Contract

Um contrato inteligente estabelece os termos de um acordo, tal como um contrato tradicional, mas neste caso, sem a papelada e burocracias habituais, pois toda a informação fica armazenada na Blockchain, por exemplo Ethereum, Cardano, Solana, entre outros. Através destes contratos, os programadores criam aplicações descentralizadas (dAPPs), que estabelecem as regras entre as partes envolvidas (participantes).

Os contratos inteligentes são alimentados por informação externa, denominados oráculos. Sendo implementados na rede, estes contratos não poderão ser alterados, nem mesmo pelo próprio criador, o que garante a sua segurança e estabilidade. Um caso simples de um smart contract: emprestarmos cripto através de lending e em contrapartida recebermos juros.

Os smart contracts poderão ser aplicados em diversas áreas do nosso dia-a-dia, tais como o comércio, Banca, mercados imobiliários, seguros, saúde, entre outros, simplificando processos, sendo mais eficientes e reduzindo custos.

Soft Wallet

Está inserida na categoria de Hot Wallets.

Está inserida na categoria de Hot Wallets.

É um software onde ficam armazenadas as criptomoedas e as respetivas chaves privadas. Este tipo de carteira é normalmente oferecido no formato para desktop, app ou online (computador, telemóvel ou website oficial, respetivamente) Ao contrário do que acontece com as hard wallets, as soft wallets armazenam os dados e informações dos utilizadores num servidor (cloud), sendo necessária uma ligação à Internet para aceder, utilizar e gerir os mesmos.

Token

No mundo das criptomoedas, um token é a representação digital do valor de um ativo (físico ou não). Há uma série de padrões para criá-los e atualmente a rede Ethereum é a que abriga mais de 80% dos tokens existentes.

Tokenomics

É um conceito muito importante, que deriva da junção dos termos ”token” e “economics”.

Qualquer investidor procura estar bem informado sobre um projeto. Se o token for bem concebido, com uma visão bem delineada, com utilidade e incentivos para a compra e retenção a longo prazo (HODL), com certeza terá um retorno interessante. Dessa forma, recorrendo aos tokenomics, é possível explicar a estrutura e o ciclo de um token, como por exemplo:

• Como é emitido. Quantidade disponível (limitada ou ilimitada)?

• Utilidade: qual a sua visão, o que traz de novo?

• Sistema de incentivos aplicado: mining, staking, reflections, airdrops?

• Como é feita a sua distribuição? Em muitos projetos, existe uma percentagem de tokens reservada aos investidores iniciais, outra para o público em geral, liquidez, desenvolvimento do projeto, entre outros.

WAGMI – ‘We are All Gonna Make It’ (Vamos Todos Conseguir)

Mais um termo muito usado na gíria cripto, que tem como principal objetivo criar confiança e encorajar a comunidade cripto.

Whale

Termo utilizado para identificar um investidor ou grupo de investidores, que concentram uma grande quantidade de moeda(s). Este tipo de investidor poderá representar um levado grau de risco no mercado, uma vez que tem a capacidade de manipular o preço dos ativos a seu favor, com a compra ou venda de grandes quantidades. Em termos práticos, imagem se Michael Saylor (atualmente o quarto maior detentor de bitcoin), vendesse metade do seu portefólio. Conseguem imaginar o impacto que causaria?

VR – Virtual Reality (Realidade Virtual)

A realidade virtual tenta simular uma experiência idêntica ao mundo real, mas num ambiente simulado.
Podemos ver esta tecnologia aplicada em filmes 3D, visitas virtuais ou em jogos de computador. Pretende-se criar ao espectador uma experiência completamente imersiva através de simulações realistas, recorrendo a meios informáticos e instrumentos sensoriais, como por exemplo óculos virtuais (Oculus Quest, atualmente conhecidos por Meta Quest). Temos vindo a assistir a melhorias significativas nesta área, com a melhoria da interação do espectador com a VR, com a introdução de sensações cada vez mais realistas, como o calor, frio, vento, entre outros.

Volatilidade

Variação abrupta do preço de um ativo(s), que poderá ser ascendente ou descendente. No mercado cripto, é muito frequente assistirmos a este tipo de movimentos de valorização ou desvalorização de tokens, por vezes em períodos muito curtos, na ordem dos dois ou mesmo três dígitos.

Whitepaper

Documento técnico que descreve as principais características ou propriedades de um projeto com base na tecnologia blockchain e sua correspondente criptomoeda.

Autor: Marco Santos, membro da nossa comunidade Discord.